Minicursos

 

 

INSCRIÇÃO PARA MINICURSOS

Encontram-se abertas as inscrições para os minicursos do Seminário!

Leia as ementas abaixo!
MUITA ATENÇÃO ÀS INFORMAÇÕES:

1⃣ Todos os minicursos ocorrerão simultaneamente, então cada participante deverá escolher apenas 1 dentre os 6 oferecidos.
2⃣ Prazo de inscrição: de 06/07 a 06/08.
3⃣ Para inscrever-se, o primeiro passo é preencher o formulário:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScpMYDpKDpmVdRSOnA4YFivRcwTcNdJstc1EYDsJtNvH8LL7g/viewform
4⃣ Cada minicurso tem o limite de 50 participantes. As opções de escolha no formulário serão alteradas à medida que haja esgotamento de vagas.
5⃣ Os minicursos são as únicas atividades pagas do Seminário. O valor para profissionais é R$ 50,00; para estudantes, R$ 25,00. Este valor não é reembolsável.
6⃣ O pagamento será realizado via depósito ou transferência bancária. Após responder o formulário, você receberá um e-mail da Comissão Organizadora com mais informações.
7⃣ A inscrição somente será validada após o envio do comprovante de pagamento para o e-mail cursosmedicalizacao@gmail.com.
8⃣ ATENÇÃO ESTUDANTES: para a validação de sua inscrição, junto ao comprovante de pagamento também é obrigatório o envio de um comprovante de matrícula no semestre vigente.
9⃣ Será possível a realização de inscrições presenciais, desde que haja vaga disponível no minicurso desejado.
1⃣0⃣ Posteriormente divulgaremos mais detalhes sobre cada minicurso.

 

 

Condições de produção escrita e desmedicalização

Nos últimos anos, o processo de medicalização da aquisição da escrita tem se tornado um debate necessário, especialmente com os supostos avanços da neurociência que reduz e localiza no cérebro toda a complexidade da alfabetização, da escrita e da leitura. A partir da análise de dados escritos de crianças no contexto escolar e terapêutico, pretendemos: discutir a produção da escrita e os processos singulares de aprendizagem, e ainda, questionar alguns diagnósticos de ‘distúrbios ou dificuldades” de escrita.

Professor@s:

Elaine Cristina de Oliveira (ICS-UFBA)

Jason Gomes (Associação Palavra Criativa; UNIFESP)

Lucia Masini (Associação Palavra Criativa; PUC-SP)

Vera Teixeira (Associação Palavra Criativa; PUC-SP)

 

Orientação à Queixa Escolar: processos de intervenção que consideram a dimensão social da subjetividade no atendimento de estudantes

A Orientação à Queixa Escolar -OQE- é uma modalidade de atendimento psicológico a crianças e jovens em dificuldades e sofrimentos na vida escolar, que considera os determinantes sociais, institucionais e históricos na investigação e na intervenção. Assim, vem superando processos de  medicalização e judicialização das queixas escolares. Tem nos revelado que o cotidiano da sala de aula é fundamental no desenvolvimento e no resgate da potência de educandos e educadores.

Professoras:

Lilian Suzuki (GIQE)

Valéria C. Braunstein (GIQE)

 

 

Natureza e (des)medicalização: práticas em Saúde Mental e Educação

O progressivo confinamento/emparedamento da vida atinge pessoas de todas as idades e as infâncias dos grandes centros urbanos em especial. Esse processo é terreno fértil para a medicalização, com a banalização dos diagnósticos de crianças que reagem ao confinamento. Pretendemos no minicurso trazer experiências em Saúde Mental e Educação de contato com a natureza, seus princípios fundamentais e práticas, produzindo uma experiência de construção conjunta de saberes sobre o tema em pauta.

Professoras:

Beatriz de Paula Souza (Serviço de Orientação à Queixa Escolar do IPUSP e GIQE)

Maria Isabel Amando de Barros (Programa Criança e Natureza do Instituto Alana)

 

 

Capitalismo, suicídio e medicalização da vida: análises psicossociais a partir do Materialismo Histórico Dialético

O objetivo desse minicurso é apresentar e discutir criticamente as relações entre o modo de produção capitalista, a saúde mental e a medicalização com uma das expressões mais extremas dos sofrimentos causados pelas relações sociais de produção e reprodução da vida nessa sociedade. Para tanto, buscar-se-á apresentar as características gerais do capitalismo, suas expressões mais específicas na nos processos de patologização, em especial em relação ao suicídio e a resposta medicalizante ao conjunto desses fenômenos.

Professor:

Nilson Berenchtein Netto (UFU)

 

 

Pensando as drogas em uma perspectiva antiproibicionista, interseccional e feminista

O presente minicurso se destina a pensar criticamente a política proibicionista em relação ao uso e abuso de drogas no nosso país, apontando o quanto a chamada guerra às drogas em marcha nada mais é que uma forma de extermínio, marcada pelo racismo, classismo, patriarcado e capitalismo. Na contramão, serão discutidas perspectivas antiproibicionistas, inspiradas em leituras interseccionais e desmedicalizantes, as quais podem fundamentar políticas públicas voltadas para o uso e abuso de drogas não punitivistas.

Professora:

Luana Malheiro (Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas; Plataforma Brasileira de Políticas sobre Drogas)

 

 

Medicalização e Perspectivas Interseccionais

Neste minicurso, discutiremos práticas de medicalização da educação e da sociedade pelo enfoque dos feminismos interseccionais. Vamos analisar, a partir de exemplos cotidianos e históricos, como os marcadores sociais da diferença (raça, gênero, sexualidade, geração, regionalidade, entre outros) são acionados, produzidos e invisibilizados em tais práticas. O objetivo é apresentar algumas noções básicas desse debate e debater coletivamente a produção das desigualdades sociais que se dá nos processos de medicalização.

Professora:

Amana Mattos (DEGENERA/UERJ)